
A Corregedoria da PMAL já abriu procedimento administrativo para apurar a responsabilidade dos policiais envolvidos nos fatos denunciados, tendo um prazo de 30 dias podendo se estender por mais 15 para a finalização, e também irá instaurar inquérito policial militar para apurar a possível prática de crime militar por parte dos policiais apontados, tendo 40 dias podendo ser prorrogado por mais 20 para apresentar relatório final sobre os atos denunciados.
O comandante-geral da PMAL, coronel Marcus Vinícius, afirma que a corporação não compactua com atos que vão de encontro à integridade moral de seus policiais e reitera que as denuncia serão rigorosamente apuradas. Visando preservar os militares, ambos foram afastados dos cargos que ocupam e assim permanecerão até o final da apurações.
Redação com assessoria
