
Atualmente, entretenimento em Palmeira dos Índios, é sinônimo de sofrimento e desrespeito, muito desrespeito.
No Gota Music Bar, uma dessas poucas opções no município, foi verdadeiramente, o exemplo mais grotesco deste descaso. Pois bem, sexta feira passada, o referido ponto de encontro, promoveu mais um grande evento.
Era tanta gente, filas de carros que chegavam até as ruas Antônio Matias, Bráulio Cavalcante, Corrêa Paz e José e Maria Passos.
Lá dentro, pelo amor de Deus, reinava uma quentura que fazia os dançarinos mais empolgados, Banhar-se de agonia e suor.
Conseguir ser atendido era um milagre dos Deuses. Os garçons, não davam conta dos Clientes. Encontrões, esbarrões e empurrões eram a tônica daquele ambiente.
Banheiros, dois minúsculos ambientes, impossíveis de acesso, e não atendiam a grande demanda de pessoas, que assistiam aquele espetáculo; das bandas Baby Som e Forrozão das Antigas, que ali se apresentavam.
São duas saídas, sendo uma delas também entrada — insuficientes para a grande quantidade de gente.
Em um final de semana, com muito menor movimento, exatamente no dia 21 de setembro passado, um bandido do estado de Sergipe, procurado por todo o nordeste, identificado como Antônio Clívio Lima de Santana, atirou contra um jovem, que sem opção de fuga, acabou pulando no açude Goiti, para se esquivar dos tiros e salvar sua vida. A falta de segurança e a omissão dos Órgãos responsáveis pelas vistorias e alvarás de funcionamento de estabelecimentos como bares e casas de shows, recaem sobre o Público frequentador desses eventos.
Teremos que assistir outras tragédias, para que as autoridades competentes venham tomar providências, no sentido de garantir segurança nesses estabelecimentos, como o Gota Music Bar?
Esperamos que não!
Da Redação
