Brasil

“Faz o L” é de Lula ou de Léo Santana? Entenda a disputa em torno da expressão

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Da Redação

 

Afinal, quando alguém diz “Faz o L”, você pensa primeiro em Lula ou em Léo Santana?

Foto: Reprodução

A expressão “Faz o L”, hoje amplamente associada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também tem uma história ligada ao cantor baiano Léo Santana. O artista afirma que utiliza o bordão desde 2011, quando ainda fazia parte do grupo Parangolé.

A discussão ganhou um novo capítulo em 2023, quando a Salvador Produções, empresa responsável pela carreira de Léo Santana, solicitou ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o registro da marca “FAZ O L”.

Na época em que o assunto ganhou maior repercussão, em 2024, o pedido ainda aguardava análise de mérito. Uma nova consulta realizada em 2026 à base de marcas do INPI não encontrou confirmação de que o registro tenha sido concedido definitivamente.

Apesar da associação política que a expressão ganhou nos últimos anos, a equipe de Léo Santana já esclareceu que não há uma ação judicial movida contra Lula com o objetivo de impedir o presidente de utilizar o termo ou fazer o gesto característico com as mãos.

Registro de marca não significa exclusividade sobre qualquer uso

Mesmo que o INPI venha a conceder o registro, isso não significaria automaticamente que Lula ou qualquer outra pessoa estaria proibida de dizer “Faz o L” ou realizar o gesto.

Isso porque a proteção de uma marca está vinculada aos produtos e serviços especificados no pedido de registro. Além disso, o uso de marcas comerciais em campanhas políticas está submetido a regras próprias da legislação eleitoral.

A polêmica voltou a ganhar força no fim de 2025, quando Léo Santana utilizou o bordão durante um show e declarou: “Quem tá feliz faz o L e não confundam.”

Com a aproximação das eleições de 2026, uma eventual decisão do INPI sobre o pedido de registro pode reacender a discussão sobre quem, afinal, tem maior identificação com o famoso “L”.

De um lado, Lula transformou o gesto em uma das marcas visuais de sua trajetória política. Do outro, Léo Santana sustenta que já utilizava a expressão muitos anos antes de ela ganhar força no cenário eleitoral.

E você, o que acha?

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