A família Pereira oficializou apoio à pré-candidatura do senador Renan Filho (MDB) ao Governo de Alagoas. O anúncio foi feito pela prefeita de Campo Alegre, Pauline Pereira, e pelo ex-secretário de Estado Fernando Pereira, encerrando as especulações sobre o posicionamento político do grupo para as eleições deste ano.
Durante a declaração, Pauline afirmou que a decisão foi construída em conjunto com as principais lideranças da família e destacou o histórico administrativo de Renan Filho.
“Para o Governo, a gente já decidiu. A gente está com o governador Renan Filho, que mais uma vez colocou o seu nome à disposição do Estado e tem muito serviço prestado em Alagoas”, declarou.
Segundo a prefeita, o apoio reúne as bases políticas da família em Campo Alegre e Teotônio Vilela, além de fortalecer o projeto de Fernando Pereira, pré-candidato a deputado estadual.
“Para o Governo, a nossa família marcha com Renan Filho. Fernando como estadual, Pauline em Campo Alegre e o nosso grupo em Teotônio”, afirmou.
Fernando Pereira também confirmou o alinhamento com o MDB e lembrou sua atuação como secretário durante a gestão de Renan Filho no Executivo estadual.
“Tive a oportunidade de ser secretário dele durante quatro anos, trabalhei ao lado de Renan Filho e conheço a sua capacidade para administrar novamente o Estado de Alagoas”, disse.
Com o anúncio, a família Pereira passa a integrar oficialmente o grupo político que apoia a pré-candidatura de Renan Filho ao Palácio República dos Palmares.
Apesar da definição para o Governo, o grupo ainda não fechou posição sobre a segunda vaga ao Senado. Pauline informou que a decisão dependerá das articulações conduzidas pelo deputado federal e pré-candidato ao Senado Arthur Lira.
“Para a outra vaga do Senado, estamos aguardando as definições e os encaminhamentos de Arthur Lira”, afirmou.
Fernando Pereira acrescentou que a escolha do segundo voto para o Senado deverá ocorrer somente após as convenções partidárias, quando o quadro definitivo de candidatos estiver definido.
“Vamos deixar passar as convenções e ver, de fato, quem serão os outros candidatos ao Senado. A partir daí, vamos escolher o segundo voto”, concluiu.

