
Conforme ressaltou o ministro, Maceió foi uma das últimas cidades do País a receber os equipamentos destinados ao Pronto Atendimento, pois a realidade dos maceioenses é séria no âmbito da Saúde, onde 98% da população depende do Sistema Único de Saúde (SUS).
“É importante que as UPAs entrem em funcionamento, porque a população precisa do atendimento urgente e tem recursos, mas temos dificuldade quanto aos equipamentos e Maceió não pode ficar atrás da realidade nacional, já que 1045 UPAs existem em todo o Brasil”, explicou o ministro ao garantir que, até o final deste ano, todo os equipamentos serão viabilizados, bem como efetivo médico suficiente e garantia de pagamento da folha mensal.
Mais médicos
Questionado acerca dos resultados obtidos com o Programa Mais Médicos em Alagoas, Arthur Chioro revelou que mais de 96% da população brasileira que faz uso do programa atribui nota 9 ou 10. “Ou seja, vemos um projeto humanizado, que surtiu efeito, inclusive, todos os médicos fizeram uma prova de proficiência em Língua Portuguesa. É um programa de respeito, que conta com 14.462 médicos, sendo 1.800 brasileiros e com diploma validado. O governo vai disponibilizar 12.500 novas vagas, 4.400 vagas já abertas”.
Sobre a desistência de 24 médicos em Alagoas, o ministro citou que alguns passaram na residência e saíram do estado. Segundo ele, 209 médicos atuam em Alagoas no atendimento de mais de 700 mil pessoas.
Quanto aos casos de Ebola – febre grave do tipo hemorrágico transmitida por um vírus do gênero Filovirus, altamente infeccioso, que desenvolve seu ciclo em animais – o ministro destacou que não há nenhum caso suspeito no País. “Garanto não haver nenhuma suspeita no Brasil, até porque tudo está sendo fiscalizado, inclusive, nos aeroportos, com médicos especialistas 24 horas para atender a população”, disse Chioro, com relação a uma possível suspeita da doença em um nigeriano no estado do Maranhão.
Fonte: Brasil 247
