
Foi deflagrada nesta segunda-feira (30/10), pelas polícias Civil de Roraima e do Distrito Federal. uma operação que tem como objetivo prender o ex-senador por suspeita de ser o mandante do homicídio.
Telmário estava em Brasília, mas saiu do local onde estava nesta segunda. Delegado responsável pela investigação, João Evangelista não descarta que o político tenha obtido informações antecipadas sobre a ação.
Quando o estupro teria sido cometido, a filha de Telmário tinha 17 anos. Na época, o caso foi noticiado pelo G1, que informou ter ouvido a jovem com autorização da mãe.
Ela contou, então, que o pai tentou tirar a sua roupa dentro do carro e tocou as suas partes íntimas. Ele confiscou o telefone da adolescente, para evitar que ela pedisse socorro. O senador negou e disse que era vítima de perseguição política.
Telmário segue foragido
João Evangelista afirmou que Antônia iria prestar depoimento à Justiça no dia 2 de outubro, uma segunda-feira, mas foi morta na sexta-feira que antecedia o depoimento. “A Antônia era uma testemunha muito importante daquele processo”, disse o delegado.
As polícias de Roraima e do Distrito Federal continuam na busca do político, que é considerado foragido, segundo o delegado.
A polícia já prendeu o suspeito de ser o executor do homicídio no interior de Roraima. Outro envolvido é sobrinho do ex-senador, e também está foragido. A polícia aponta, ainda, suspeita de envolvimento de uma ex-assessora de Telmário. O delegado explicou que ela escondeu a motocicleta usada no crime e ajudou a monitorar a vítima.
