
Uma unanimidade negativa. O que deveria ser uma facilidade aos servidores municipais e aposentados de Palmeira dos Índios, todos os meses, se tornou um drama e um exercício de paciência para os usuários dos serviços do Banco do Brasil, principalmente, aos idosos, grávidas e deficientes.
Com movimento intenso, principalmente no dia do pagamento, situação previsível todos os meses, o banco disponibilizou a mesma estrutura do dia a dia, dois caixas e poucas máquinas de pronto atendimento.
O tamanho do Banco do Brasil em Palmeira dos Índios está ficando reduzido e super lotado, havendo situação de servidores passarem mal, enquanto esperavam para serem atendidas.
“Somos clientes e merecemos respeito porque pagamos taxas. Não custa nada o banco ajeitar os caixas que ficam indisponíveis e ligar o ar condicionado da parte externa onde estão os caixas rápidos. Com essa quantidade de gente o calor escaldante é inevitável”, disparou uma servidora que evitou se identificar por temer represálias.

Outro servidor afirmou que a falta de respeito com os usuários dos serviços do Banco do Brasil, passa dos limites. “O serviço desta agência é péssimo, são somente dois caixas para todos os usuários, é muito complicado essa situação, e mais complicado ainda, quando falta dinheiro nos caixas rápido; hoje mesmo cheguei ás 10 da manhã, e saí às 14h, isso é um absurdo”, afirmou Everton Henrique dos Santos.
Redação Estadão Alagoas
