
A defesa alegou que Arnóbio não estaria recebendo assistência médica especializada, conforme determinado pela própria Justiça. Desde a sua prisão, a defesa afirma que Arnóbio não lembra em detalhes de como se deu o crime e que estaria enfrentando problemas de saúde após a prisão.
O juiz, no entanto, afirmou em seu despacho que “os motivos que levaram à segregação cautelar permanecem inalterados” e que por isso mantém a prisão do réu, no entanto, intima o secretário de Ressocialização para que seja concedida a Arnóbio a assistência requerida pela defesa.
Durante as audiências de instrução, testemunhas relataram o relacionamento conflituoso entre Joana e o ex, além do comportamento violento e temperamento instável do acusado, que já havia sido denunciado por agressão e ameaça.
Após ser preso, em outubro de 2016, o réu se envolveu em uma briga com colegas de cela, ameaçado agentes penitenciários e, posteriormente, tentado contra a própria vida, conforme relatou o secretário de Ressocialização há época.
*Com Alagoas 24 Horas
