Segundo estimativa política, a UPA tem capacidade de acolhimento para uma população aproximada de 300 mil pessoas.
Aberta para atendimento aos palmeirenses, é questionável se a Unidade de Saúde terá estrutura física e pessoal para receber pacientes de outros municípios, como assim é entendimento da gestão municipal palmeirense.
Segundo informação da Assessoria de Comunicação de prefeitura municipal de Palmeira dos Índios, o quadro de profissionais de saúde da UPA será formado por quatro médicos, e mais enfermeiros e técnicos. Uma estrutura infinitamente deficiente para atender a um bairro da cidade, que se imagine atendimento estendidos a outros municípios.
A proposta eleitoreira por parte de James Ribeiro e seus correligionários, “é de que vai haver especialidades de clínica médica, ortopedia e pediatria. No centro hospitalar serão realizados todos os exames médicos de acompanhamento, além de serviços de raio-x, eletrocardiograma (ECG), e eletroencefalograma.
Pelo que se pode notar, a famosa UPA palmeirense, dotada de quatro médicos, ao oposto de auxiliar a resolver os problemas de saúde do município, já nasce portadora de neoplasias generalizadas, cujo tratamento é infindável.
A inauguração contará com as presenças do governador Teotonio Vilela Filho, do prefeito de Palmeira dos Índios, do secretário Estadual de Saúde Jorge Villas Boas, e outros pacientes.
“Com muita luta estamos realizando um dos grandes avanços na saúde pública de Palmeira do Índios. A partir de agora a população conta com o apoio da Unidade de Pronto Atendimento que seguirá um padrão de qualidade, para deixar os palmeirenses mais tranquilos”, comemorou o prefeito, num típico discurso de quem deseja perpetrar o continuísmo do marasmo administrativo.
Por Anacleta Ribeiro
