DetsaqueMax

Concessão da Casal e taxas abusivas da Conasa voltam ao debate político e gera questionamentos em Palmeira dos Índios

Publicidade

A concessão dos serviços de distribuição de água e esgotamento sanitário voltou ao debate político em Palmeira dos Índios, com diversos questionamentos sobre as taxas abusivas. 

O processo de concessão foi conduzido pelo Governo de Alagoas durante a gestão do então governador Renan Filho, que defendeu a iniciativa como parte do projeto de universalização do saneamento básico e de água potável, com a meta de atender 90% da população com água potável e esgotamento sanitário até 2033. O contrato tem duração de 35 anos, com início das operações em setembro de 2022 e término previsto para 2057, abrangendo 34 municípios alagoanos.

Na Região Metropolitana de Maceió, o processo de concessão também foi marcado por uma disputa judicial. A então desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento suspendeu o leilão, mas a decisão foi derrubada pelo desembargador Tutmés Airan. O leilão movimentou R$ 4,5 bilhões, somando investimentos previstos e valor de outorga.

É importante esclarecer que a Casal não foi vendida. A companhia estadual continuou existindo, mantendo atividades de captação e tratamento de água, enquanto empresas privadas assumiram a distribuição e outros serviços nas áreas previstas nos contratos.

No caso da Águas do Sertão, o histórico mostra que a concessão foi conduzida no âmbito do Governo de Alagoas, durante a gestão de Renan Filho. Com isso, o debate político em Palmeira dos Índios exige distinguir as decisões estaduais das responsabilidades municipais e esclarecer os fatos sobre a concessão dos serviços de água.

Publicidade