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Mulher é encontrada morta em área de mata após sair de balada com homem em Curitiba; polícia procura o suspeito

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Da Redação

Uma mulher de 43 anos, identificada como Maria Fernanda Naiser Fragais, foi encontrada morta na terça-feira (15), em uma valeta no bairro Pinheirinho, em Curitiba (PR). Ela estava desaparecida desde a noite anterior, quando deixou uma casa noturna acompanhada por um homem.


Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), câmeras de segurança mostram Maria Fernanda se aproximando do suspeito dentro do estabelecimento. Depois, os dois saíram juntos e seguiram por uma rua em direção a uma área de mata. As imagens analisadas pelos investigadores mostram o homem conduzindo ou empurrando a vítima até a região onde o corpo foi localizado.

Maria Fernanda morava há mais de dez anos em Palmas (TO) e estava em Curitiba para visitar familiares. Na noite do desaparecimento, ela havia ido à balada acompanhada de uma sobrinha. Antes de sair do local, deixou com ela o celular e a bolsa.

Como não retornou, a família registrou um boletim de ocorrência no dia seguinte. Durante as buscas, a polícia foi acionada após a localização do corpo, que estava sem roupas. A identificação confirmou que se tratava da mulher desaparecida.

O homem visto nas imagens tem 26 anos e é considerado pela polícia o último contato conhecido de Maria Fernanda. Ele está foragido desde junho deste ano, quando a Justiça decretou sua prisão preventiva por ameaça, violação de domicílio e vias de fato, em um caso relacionado à violência doméstica.

Ainda conforme a PCPR, o investigado responde a um processo por estupro desde 2024 e teria sido preso em 2025 por violência doméstica contra uma ex-companheira.

A polícia também apura a possibilidade de violência sexual. No entanto, a delegada Camila Cecconello afirmou que ainda não é possível confirmar essa hipótese. A conclusão dependerá dos exames realizados pelo Instituto Médico-Legal (IML).

A investigação continua para esclarecer as circunstâncias da morte e localizar o suspeito. Informações podem ser repassadas anonimamente pelo 197, da Polícia Civil, ou pelo 0800-643-1121.

 

📷 Reprodução

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