Brasil

Cury diz que é alvo de “indústria dos haters” após ascensão nas pesquisas

Publicidade

Augusto Cury atribui ataques de adversários à ascensão nas pesquisas e responde a provocação de Renan Santos

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) cumpriu agenda em São Paulo nesta quarta-feira (2). Durante uma visita à Federação Israelita do Estado, o presidenciável atribuiu os ataques que vem recebendo de outros candidatos à sua recente ascensão nas pesquisas de intenção de voto.

Levantamento da Quaest, divulgado nesta quarta-feira, mostra Cury em trajetória de crescimento e, pela primeira vez, na terceira colocação, com 10% das intenções de voto no primeiro turno.

“Agora, viramos a indústria dos haters. Nos atacam de todos os lados, fazem aqueles pequenos cortes de 15 segundos, distorcem tudo”, afirmou Cury.

O candidato aparece atrás apenas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 37%, e de Flávio Bolsonaro (PL), com 30%.

“Fico muito feliz que na Quaest estamos com 10%”, comemorou Cury.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal O Globo e pela TV Globo e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-07065/2026.

Resposta a Renan Santos

Durante a agenda em São Paulo, Cury também respondeu a uma provocação feita pelo candidato Renan Santos (Missão), que havia ironizado o crescimento do escritor nas pesquisas ao afirmar que “Augusto Cury é pastel de vento”.

Em resposta, Cury adotou um tom bem-humorado e evitou atacar diretamente o adversário.

“Eu fico feliz que nós temos adversários, não temos inimigos. Eu gosto muito de pastel. Acho uma delícia”, afirmou.

“Eu respeito o Renan, não vou ofendê-lo. Só quero dizer que, reitero, os adversários têm que colocar suas propostas. E o povo brasileiro é quem decide”, acrescentou.

Publicidade