Da Redação
O candidato a deputado federal Júlio Cezar (PSD) decidiu utilizar as redes sociais para estreitar a comunicação com os eleitores. Em uma caixa de perguntas, o ex-prefeito de Palmeira dos Índios respondeu a questionamentos sobre sua trajetória política, família, críticas e os obstáculos enfrentados ao longo da carreira pública.
Entre os assuntos abordados, a relação com a família ganhou destaque. Júlio afirmou que procura separar os compromissos políticos da rotina dentro de casa e disse encontrar na esposa e nos filhos uma fonte de equilíbrio diante das cobranças da vida pública.
“Eu deixo a política no portão para a rua. Tento não entrar com a política dentro de casa”, declarou.
Ao falar sobre a possibilidade de desistir da política, o candidato afirmou que mantém a disposição de seguir em frente quando acredita em um projeto. Para ele, fé, perseverança e determinação são fundamentais para superar dificuldades.
“Eu costumo não desistir daquilo que acredito”, afirmou.
Júlio Cezar também foi questionado sobre sua origem humilde e sobre a possibilidade de pessoas negras e moradores da periferia alcançarem espaços de destaque na política.
Na resposta, afirmou que a origem não deve determinar até onde uma pessoa pode chegar e direcionou a mensagem principalmente aos jovens.
“Todo menino de periferia, preto, sonhador como eu, pode chegar a qualquer lugar”, disse.
O candidato destacou ainda a importância da educação e da persistência para quem deseja transformar a própria realidade.
A interação também mostrou um lado mais pessoal do candidato. Longe dos compromissos políticos, Júlio se definiu como marido e dono de casa e contou que gosta de cozinhar e aproveitar momentos simples com a família.
“A minha família é o meu mourão”, respondeu.
Questionado sobre as críticas que recebe, Júlio afirmou encará-las com naturalidade, mas acusou adversários de disseminarem informações que considera falsas sobre sua atuação política.
Segundo ele, quando as críticas ultrapassam o campo político e atingem sua honra, a resposta deve ocorrer pelas vias judiciais.
“Enquanto eles falam, eu trabalho”, afirmou.

