Alagoas

Operação prende professor de música e servidor do IFAL por suspeita de crimes sexuais em Maceió

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A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) realizou, nesta quarta-feira (22), a Operação Face Oculta, em Maceió, para cumprir mandados judiciais contra suspeitos de crimes relacionados a violência sexual contra crianças e adolescentes. A ação teve como alvos investigados por estupro de vulnerável e por envolvimento com produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
Ao todo, foram cumpridas cinco ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Entre os presos estão um professor de música, de 53 anos, e um servidor do Instituto Federal de Alagoas (IFAL), de 38 anos.
A operação foi conduzida pela Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente, sob responsabilidade da delegada Talita Aquino, com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Científica e da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit).
Durante coletiva de imprensa, as delegadas Maíra Balby e Talita Aquino informaram que os inquéritos foram instaurados há cerca de dois meses, após o início das apurações sobre as condutas atribuídas aos investigados.

Professor de música

De acordo com a Polícia Civil, o professor de música, de 53 anos, é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 14 anos.

Conforme as informações repassadas pela investigação, os abusos teriam começado quando a vítima tinha 11 anos e teriam ocorrido ao longo de anos.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam um aparelho celular e um veículo, que serão submetidos à perícia para auxiliar no andamento das investigações.

Servidor do IFAL

O outro preso é um homem de 38 anos que possui vínculo como professor do Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Segundo a Polícia Civil, ele é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra uma criança de 2 anos, que seria integrante da própria família.

Ainda conforme a investigação, foram identificados indícios de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil. A polícia também informou que apura suspeita de zoofilia, conduta enquadrada como crime de maus-tratos contra animais.

Os materiais recolhidos durante a operação serão analisados pela perícia. A Polícia Civil informou que o resultado dos exames pode contribuir para o avanço das investigações.

O IFAL foi procurado para se posicionar sobre o caso envolvendo o servidor.

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