As investigações conduzidas pelos delegados José Carlos e Maria Eduarda revelaram que a ex-funcionária, que trabalhou por cerca de 10 anos no setor financeiro do hotel, utilizava um esquema de duplicação de pagamentos a fornecedores, direcionando parte dos valores para sua conta pessoal.
A fraude foi descoberta após um trabalho minucioso da Seção Especializada de Lavagem de Dinheiro da Draco, que reuniu provas documentais para desvendar o esquema.
Além da prisão da suspeita, a Justiça determinou o sequestro de bens, a quebra de sigilo bancário e fiscal, e a realização de buscas em imóveis ligados a ela. As investigações continuam para identificar possíveis ramificações do crime.

