
Os animais são de 17 espécies diferentes, todos criados sem nenhuma autorização legal e, por isso, foram resgatados pela equipe da FPI. Entre eles há: Papagaio-verdadeiro, Papagaio-do-mangue, Araçari-do-bico-branco, Tempera-viola, Canário-da-terra, Tiziu, Azulão, Sabiá-laranjeira, Sabiá-barranco, Galo-de-campina e Xexéu-verdadeiro.
Após o resgate, todos os espécimes foram levados para o Centro de Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) instalado pela FPI, onde serão avaliados com o objetivo de posterior soltura em áreas de proteção ambiental conforme a ocorrência de cada espécie.
“Criar animais dessa forma, engaiolados, sem origem legal comprovada, sem que haja reprodução, só contribui para a extinção das espécies na natureza”, apontou Alberto Fonseca, titular da 4° Promotoria de Justiça da Capital (Defesa do Meio Ambiente) e um dos coordenadores da FPI.
Com atuação desde a última sexta-feira, 15, a equipe Fauna já resgatou outros 135 animais, a maioria aves, além de jabutis e um preá.
Entrega voluntária
Durante a FPI, vários pontos serão disponibilizados para entrega voluntária de animais silvestres criados em cativeiro. Quem participar não receberá nenhuma sanção prevista na legislação ambiental e ainda ganhará brindes, como mudas de árvores.
Os pontos para entrega voluntária de animais silvestres são os seguintes, sempre das 10h às 16h:
Limoeiro de Anadia – 18/11, na Praça Major Luiz Carlos, mais conhecida como Praça dos Mototáxis – Centro da cidade;
Junqueiro – 19/11, na Praça das Cores;
São Sebastião – 21/11, na Praça Roque Lagoa;
Campo Grande – 26/11, na Praça da Prefeitura.
Para mais informações, é preciso acompanhar o perfil da FPI do Rio São Francisco no Instagram (@fpialagoas).
Coordenada pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), a equipe Fauna é composta também pelo Instituto para Preservação da Mata Atlântica (IPMA), SOS Caatinga, Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Ministério Público de Alagoas (MPAL).
