
A suspeita foi presa e identificada pela vítima pouco tempo depois do crime, após trabalho da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, que a apontou como sendo a mentora do sequestro. O carro e os bens que a mulher obrigou a vítima a comprar com o cartão de crédito, durante o sequestro, foram recuperados pela polícia. Cerca de R$ 5 mil, por exemplo, foram gastos com a compra de aparelhos celulares.
Na decisão que determinou a soltura da suspeita, o juiz Antônio Barros da Silva Lima impôs medidas cautelares, dentre elas o monitoramento eletrônico. A informação, no entanto, é que ela estaria sem o aparelho, pela indisponibilidade do mesmo.
O sequestro aconteceu no último dia 9 e a vítima foi solta cerca de três horas depois, no Benedito Bentes. Ela não sofreu violência física, mas foi ameaçada durante todo o tempo, inclusive ficando sob a mira de uma arma que estava com um dos comparsas da mulher, que conduzia o veículo e dava as ordens sobre o que deveria ser feito.
Durante as investigações, a polícia descobriu que a acusada morava em um prédio de alto padrão na Ponta Verde e que trabalhava em um salão de beleza de luxo na área nobre da capital alagoana.
A audiência que resultou na liberdade dela ocorreu durante o último plantão judiciário.
