
De acordo com o delegado Manoel Acácio Júnior, o suspeito entrou na sala principal da repartição pública com uma garrafa pet nas mãos contendo gasolina. Ele, então, espalhou o combustível por toda a sala, acendeu um fósforo e ateou fogo no local.
No momento do crime havia vários funcionários e pacientes em atendimento. Por sorte, eles conseguiram escapar ilesos. No entanto, móveis, equipamentos de informática, documentos e materiais diversos foram incendiados causando enorme prejuízo ao patrimônio municipal, bem como aos serviços de saúde ofertados naquela unidade.
Após a conclusão, o inquérito foi remetido ao Ministério Público, sendo qualificado dano doloso duplamente qualificado porque o suspeito praticou o crime com emprego de substância inflamável e contra o patrimônio municipal, cuja pena prevista é de detenção, de seis meses a três anos, e multa.
*Com assessoria
