
No documento oficial, que configura um registro público da Inglaterra, os fãs ficaram perplexos ao ver que Meghan foi listada como “princesa do Reino Unido” na categoria que indica o título de trabalho da mãe.
A denominação pode parecer natural, visto que Harry sempre recebeu a alcunha de príncipe. Contudo, a esposa dele não é habitualmente chamada da mesma forma. À época do enlace, em 2018, Markle recebeu o título de Duquesa de Sussex — cargo que os fãs esperavam ver na certidão de nascimento de Archie Harrison.
No entanto, a regra tem uma lacuna, como observou a especialista Lucy Hume, em entrevista à revista Harper’s Bazaar britânica. A mesma norma que se aplica à Kate Middleton, futura rainha-consorte, pode ser usada para a cunhada. Embora Meghan não possa, tecnicamente, ser chamada de princesa Meghan, isso não significa que ela não seja uma princesa do Reino Unido.
Após o matrimônio com o caçula de Charles e Diana, ela assumiu o equivalente feminino do título de seu marido — tornando-se princesa Harry de Gales.
Nascida após os pais abrirem mão dos cargos de membros sênior da realeza, a pequena Lilibet Diana veio ao mundo em um cenário bem diferente da experiência do irmão mais velho.
No documento oficial da caçula, o primeiro nome de Harry consta como “O Duque de Sussex”, com “Sua Alteza Real” como seu sobrenome. Enquanto isso, Meghan não usou seus títulos reais. O nome completo dela está escrito como Rachel Meghan Markle, já que o documento exigia os nomes legais e seu nome de solteira.
