
“Eu sou uma pessoa estudada, mas onde chego as pessoas me tratam como analfabeta. Me tratam como matuta, como burra. Em muitos lugares, porque eu frequento lugares da alta sociedade, como Rio, São Paulo, Brasília”, afirmou a sister.
A paraibana já sofreu xenofobia até mesmo dentro do confinamento, quando, muitas vezes, foi incompreendida e silenciada pelo seu jeito de falar e agir.
