
“Pautaram-se em informações mentirosas sobre suposto desconforto no casamento e construíram uma plêiade de conteúdo raso para disseminar a ideia de que a primeira-dama teria sido infiel a seu marido”, afirmou o advogado de Michelle, Fabio Kadi. “Nitidamente se portaram de maneira machista, como se a primeira-dama fosse um objeto ou coisa a ser ‘vigiada’ por alguém”
No recurso também é citada a jornalista da TV Cultura, Vera Magalhães, que usou seu Twitter para sair em defesa de Michelle dizendo que as insinuações sobre a primeira-dama são “nojentas e nem de longe se enquadram no que seja jornalismo“.
O recurso foi feito para tentar derrubar decisão da juíza Adriana Basso, da 3ª Vara Cível de São Paulo, que, em dezembro, absolveu a revista por considerar que a publicação ficou “no limite da liberdade de imprensa e de informação“.
As informações são do portal UOL
