
“Foram 31 anos de clandestinidade nos diplomas; três instituições não confirmaram a veracidade dos diplomas do servidor Marcos Antônio Avelino; isso é dano ao erário público e a população, por praticar atividade sem permissão legal” disse um assessor jurídico da Prefeitura, dando conta de que os prefeitos passados foram coniventes com tal situação. “Ele se esbarrou num levantamento de análise de inconsistência do currículo, feito entre os cerca de mil professores da Educação, onde foi detectada a falsidade de seu diploma”
As informações que se têm, é de que seu Marcos Antônio Avelino antes de ingressar no serviço público de Rio Largo, atuava como pedreiro. “Agora imagine o quanto esse cidadão como leigo no assunto prejudicou as crianças a praticarem atividades físicas ao longo desses tempos?” questionou o assessor. “Era um crime que vinha abafado com a cumplicidade de muita gente; porque todo mundo sabia que seu Marcos não possuía nível superior e nem tão pouco absorvera a prática profissional de lidar no exercício de sua clandestina profissão de professor de Educação Física” disse revoltada uma integrante da Secretaria de Educação do município, que pediu pra não revelar seu nome.
