
É o segundo grupo da praga que ameaça plantações brasileiras neste ano. Uma outra nuvem segue na província de Corrientes, na Argentina. Técnicos do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar do país vizinho monitoram a nuvem, que se encontra a cerca de 160 km da fronteira com o Rio Grande do Sul. A equipe do Senasa conseguiu reduzir parte da população de insetos.
A nuvem se moveu pouco nos últimos dias por causa das baixas temperaturas. Ela está próxima à Rota 30, em área próxima ao rio Ávalos. A pulverização de inseticida só pode ser feita por terra –devido ao risco de contaminação do córrego, não é possível fazer usar aviões agrícolas.
Protocolos
Nesta quinta-feira, o ministério anunciou a elaboração de protocolos para conter a praga, inspirado na experiência da Argentina, com foco no monitoramento da movimentação dos gafanhotos e disponibilização de uso de produtos químicos necessários para combater o inseto.
Segundo o coordenador do Programa de Controle de Gafanhotos do Senasa, Hector Medina, a forma mais eficiente de controlar a praga é combatê-la quando os insetos ainda não conseguem voar, apenas saltar, e, quando possível, exterminar locais onde as fêmeas põem ovos.
