
“Me irritava, mas essa irritação deixou a gente mais forte. Cada vez que eu via que falavam mal, isso me motivava, mostrava que eu estava fazendo a coisa certa. A gente teve que bater muito de frente, que ‘futebol não era esporte de mulher'”, explicou.
“Eu me apoiava no talento, na vontade de jogar, de estar ali na atividade. E isso não é só no futebol que a mulher escuta que a mulher ‘não é competente’ pra desempenhar. E estamos quebrando cada vez mais essas barreiras”, disse ela, empoderadíssima.
Fonte: Quem
