
Surpreendentemente, a partir do décimo parágrafo até o décimo terceiro, o texto é desnorteado, fugindo do assunto em pauta, quando cita esta professora e escritora, atualmente no exercício da pasta da Cultura deste município, dirigindo-lhe acusações infundadas e responsabilizando-a a responder sobre as mesmas, ao afirmar que:
1º) A Sala de Leitura Byron Torres estava alugada à Prefeitura, conforme atesta este fragmento: “precisamos saber o real valor que a Academia de Letras recebe por parte da Prefeitura, já que o espaço da Biblioteca e Sala de Leitura Luiz Byron Torres estão alugados à Prefeitura de Palmeira dos Índios, onde funciona a referida “Secretaria da Cultura”…” ;
2º) Também afirmou que esta professora assume concomitantemente os dois cargos (de secretária e de presidente da Academia), desobedecendo ao que prescreve o Estatuto da egrégia Casa das Letras.
Peço licença aos senhores para responder às perguntas afirmando que NÃO EXISTE ALUGUEL cobrado ou recebido, porque nossa sede acadêmica encontra-se sob regime de Comodato (Governo Estadual), fato que impede tal ação; existe, sim, uma cessão temporária do espaço da Rua José e Maria Passos (mediante ofício), enquanto fosse concluída a revitalização da Casa Museu, uma vez que a citada Secretaria funcionava nos fundos da mesma, como é de conhecimento daqueles que a visitavam. Enquanto isso, tramita-se a conclusão do processo para a celebração do Convênio do Governo Municipal com a referida Academia (por ser ela sem fins lucrativos). Ressalto, ainda, que foi registrado em Ata, desde o ano passado, o meu afastamento do cargo, em reunião na sede acadêmica, passando a assumir a presidência da Academia de Letras Dra. Maria José Cardoso Ferro, assinando em todos os documentos oficiais, não consistindo em impedimento a qualquer membro titular que interceda e consiga benesse para a mesma.
A estranheza acontece, meus senhores, quando o autor das “denúncias” ocupa também uma das Cadeiras Acadêmicas desse Sodalício, embora não frequente as reuniões existentes, fato este que justifica o constrangimento gerado não apenas a mim, mas a todos que amam e respeitam a Academia Palmeirense de Letras. É em nome desta honrosa instituição e em meu nome, em particular, que assim procedo e agradeço pela atenção e confiança de todos! Isvânia Marques.
