
Os casos podem ter ligação com um grupo de extermínio formado por policiais, como investiga o Ministério Público de Alagoas (MP-AL).
“Solicitamos atualizações sobre os inquéritos dos nove casos. Quais foram abertos, e quem está sob responsabilidade de cada um [se referindo aos delegados]”, informou Magno Alexandre ao G1. Sendo assim, o delegado-geral Paulo Cerqueira tem até o dia 23 deste mês para atender à medida.
Na maioria dos casos, testemunhas disseram ter visto um carro prata quando os jovens foram levados, todos após abordagens policiais. De acordo com Magno, o pedido de afastamento pode acontecer ao final das investigações. “As medidas serão tomadas após a conclusão das investigações”.
As investigações do MP-AL começaram neste ano, mas, de acordo com o promotor, os crimes vêm acontecendo desde o final do ano passado.
“São seis militares, podendo chegar a mais. Familiares procuraram o MP em razão do desaparecimento de seus filhos. Em todos esses desaparecimentos o curioso é que tratam-se de uma mesma forma de abordagem feita por policiais”, explicou.
G1
