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Olho Vivo: Palmeira dos Índios, a “capital” do empreguismo e clientelismo

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As rotineiras reclamações relacionadas à Saúde e Educação em Palmeira dos Índios apontam para a necessidade de uma reflexão mais contundente sobre as práticas da atual gestão do Poder Executivo Municipal. Em quase seis meses à frente da atual gestão, o prefeito JC, “Nem Lá, Nem Cá”, não mostra a que veio, e para o povo nada mudou, Palmeira até agora, continua a ser a capital do  clientelismo e empreguismo, e nós, permanecemos sem explicações.

Vejamos:

O Diário Oficial está aí para comprovar enxurradas de nomeações (CLIQUE AQUI). Vale salientar que nem tudo que é legal, é moral, visto a tal Lei Delegada instituída pelo Executivo e acatada pelo Legislativo.

Além disso, a atual gestão tem se preocupado com o superficial e deixado de lado o que deveria ser colocado em primeiro plano. Pelo que se tem visto, o Governo vive preocupado com a realização de  festas: é Carnaval, é São João, é Vaquejada. Festas fazem bem, inclusive, para amenizar o sofrimento do povo. Somos totalmente de acordo com que a população sinta-se feliz. No entanto, nos Postos de Saúde faltam materiais básicos. Quanto ao resto, é pura “embromação”!

Prioridades como Educação e Saúde devem sempre ser prioridades! No entanto, não é isso que estamos vendo.

Pelo cenário que nos é exposto, esta deve ser a cantiga da perua da atual gestão, a “embromação”. Contudo, a culpa não é nossa, prefeito! Votaram no senhor no intuito de mudar o quadro lastimável em que Palmeira dos Índios encontrava-se. E o que vemos é o senhor juntar peças do tabuleiro de gestões anteriores das piores espécies possíveis, com curriculum abarrotados de denúncias, dentro da própria Prefeitura.

Sabemos que está vindo dinheiro para Educação e para a Saúde, e meio mundo sabe disso. Reveja o tamanho do seu secretariado recheado de nomes rejeitados por diversos segmentos da sociedade, e aborte sua ânsia de querer aparecer e agradecer apoio com as benesses de cargos.

Reveja sua atitude com a nomeação da Secretária de Educação,  Alcineide Nascimento, que vem a ser esposa do presidente da Câmara, Júnior Miranda, a clara demonstração sobre a “troca de favores”, e sabe-se lá o que mais… A educação está fora da realidade do que é mostrado.

 

Saúde

A Secretária de Saúde Kátia Born, é um dos nomes que causa revolta naqueles que esperavam uma administração sem trocas de presentes.

Na verdade, por tantas queixas/denúncias que o Estadão Alagoas tem recebido com relação ao atendimento médico em nossa cidade, onde se inclui o atendimento do Hospital Santa Rita, manifestamos a nossa decepção. Fora isso, a emergência do referido hospital, tão alardeado nos discursos inflamados da campanha, nunca foi aberta ao público.

O atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e na Secretaria Municipal de Saúde, nos envergonha. A vida do “pobre” palmeirense, parece não ter mudado em nada. Há quem se arrisque em dizer que piorou.

 

O Banco de Sangue do Hospital Regional Santa Rita, é mais um “blefe”, e permanece sem funcionar para o público.

É risível a “Herança Maldita”, que não parece ser tão “MALDITA”, quanto propagada, visto o montante gasto com a folha salarial de contratados e comissionados, além de festas, deixando em segundo plano as necessidades básicas dos pobres usuários. As cifras enviadas pelo Governo Federal que passam pelo Governo do Estado, obrigatoriamente chegam à prefeitura, embora,  não batem com a realidade dos serviços ofertados.

O triste quadro de indicadores sociais, que enfrentamos historicamente, em nada se alterou e o município permanece na situação lastimável que sempre esteve. Se juntarmos todos os valores repassados ao município, não só nesse mandato, mas em outros, seguramente, poderíamos transformar Palmeira dos Índios em uma nova Dubai. Milionários é como ficaram e ficarão algumas contas bancárias, patrocinado as custas do nosso povo sofrido.

Na real, o palmeirense reclama muito, e de barriga vazia.

Façamos um brinde aos políticos, e vamos programar para comemorar a miséria do povo  no São João de Palmeira. 

 

 

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