
— Ele entrou com o pedido contra mim. Não entendi nada — critica a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Deam), Marcia Noeli Barreto, que acrescenta: — Recebi o comunicado ontem (18) e vou responder hoje (19) ainda. O acusado especificou meu nome como quem instaurou o inquérito. Mas ele errou. Quem está investigando o caso é a delegada Viviane Costa (delegada da Deam de Jacarepaguá, onde o caso é investigado). Mas o advogado vai fazer o papel dele, entendo. Não, há, no entanto, nada que eles aleguem que possa ser incorreto. Está tudo na lei e esse pedido não atrapalha as investigaçoes.
O juiz Marco Couto, da 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, determinou que a delegada preste esclarecimentos sobre o caso em 72 horas, a contar a partir desta terça-feira (18). Só então ele decidirá sobre a concessão ou não da liminar.
“Considerando as circunstâncias do caso concreto, entendo que o pedido de liminar deva ser examinado após a Autoridade Coatora prestar as suas informações, já que a inicial veio desamparada de qualquer cópia dos autos do inquérito policial. Por isso, oficie-se a Autoridade Policial a fim de que preste esclarecimentos, no prazo de 72 horas, sendo certo que o pedido liminar será examinado com a chegada de tais informes”, declarou o magistrado em seu despacho, como informou o Tribunal de Justiça do Rio.
