
“Em uma vida, eu era uma pessoa normal. Estava a serviço da polícia e tinha um feedback positivo da minha atuação. Tinha uma família. Minha mulher e minha filha me consideravam um bom marido e pai. Na minha outra vida, eu cometi crimes, os quais escondia cuidadosamente de todos. Ninguém sabia dos assassinatos e nem suspeitavam”, afirmou.
Mikhail foi preso em 2012 e confessou todos os assassinatos. As vítimas eram sempre mulheres desacompanhadas, que estavam nas ruas e eram atacadas com machados, facas e até chaves de fenda. “Elas entravam no meu carro e achavam que iam se divertir”, contou. “Aquelas que tinham um comportamento ruim, eu tinha o desejo de punir (…) Admito minha total culpa ao cometer os crimes. Fui guiado pelas minhas convicções”, alegou.
