A notícia que está na boca do povo, principalmente do eleitorado que votou no atual presidente da câmara, é o ato proibitivo que veta a presença de pessoas e imprensa no plenário da Casa durante as Sessões.

É extrajurídica a medida que impede a entrada de jornalistas na Câmara Municipal de Palmeira dos Índios, cujo presidente evadiu-se da razoabilidade, de tão mal assessorado que claramente demonstra ser.
Para a adotada decisão perniciosa e tão grave, o “pequeno burguês’ e seus cochichas deslembraram de oferecer provas sólidas que abonem tal posicionamento, cujo ato, além de não ter nenhum respaldo jurídico, demonstra servir para manter distante do povo os conchavos e maracutaias a coexistirem naquela casa sem leis, já que em regra, as sessões da Câmara Municipal necessitam ser abertas ao público.
O que a população palmeirense está a presenciar, é o início da bandalheira, e o “escroto” abuso do poder, com a intenção de esconder-se as ações políticas na Câmara da cidade, cujas ações têm que ser do conhecimento do povo. Somente um presidente com “cabeça de camarão”, e assessorado por qualquer “caraminhola sem juízo”, tem a capacidade de tomar iniciativas deste tipo.
Ao Ministério Público Estadual dar-se-á ciência desta palhaçada, no intento de que o picadeiro possa ser público, e que os conchavos sejam do conhecimento da população.
“Para se ter um relacionamento humanamente possível, junto a seu povo, além do idealismo com ação, é necessário dominar a arte e a ciência da diplomacia imparcial, que todo o governo deveria ter.
Existe sim uma nítida diferença entre estadista e político. O primeiro é alguém que pertence à nação; o segundo, alguém que pensa que a nação lhe pertence.”
Fui, cabeças de vento!
Austrelino Bezerra
