
De acordo com a sobrinha do produtor, Alexandra Vitor, há uma semana os familiares tentam encontrar uma saída para o translado do corpo. Mas, segundo ela, todas as opções são muito “caras e, neste momento, os familiares não têm condições de pagar”. Por isso, ela revelou que a cremação é o caminho mais em conta para dar um adeus digno, ao tempo que seus parentes trabalham para trazer as cinzas para uma cerimônia adequada em Alagoas.
“O translado custaria cerca de R$ 55 mil e nós não temos esses recursos. O Consultado disse não ter em caixa esse montante para o procedimento. É importante que se faça algo porque, em caso de não solução, ele será sepultado como indigente na Itália. O hospital onde o corpo se encontra já nos alertou sobre a necessidade de uma solução rápida. A cremação é um procedimento simples e que não exige tanta burocracia como as demais”, expôs ela.
Os familiares revelaram que Abel foi até a Itália após receber uma proposta de emprego. No entanto, ao chegar lá, a pessoa que havia prometido a oportunidade não teria cumprindo a palavra e, diante disso, o produtor começou a enfrentar dificuldades para se manter. “Nas conversas que tivemos com ele antes do desaparecimento, era visível sua fragilidade. Em alguns momentos, as pessoas sequer conseguiam entender o que ele falava. A situação dele era muito delicada. Estava dependendo da boa vontade das pessoas que lá residem”, colocou Maria Júlia, outra sobrinha do produtor.
Os parentes disponibilizaram os contatos 99949-3054/98855-7448 para que as pessoas entrem em contato e ofertem algum tipo de ajuda. Os familiares acreditam que qualquer valor é importante para que eles conseguiram, ao menos, os recursos necessários para a cremação e transporte das cinzas para Alagoas.
