
“Deus me deu vocês, não como propriedade, mas como filhinhos, irmãos. Quero ser pai de vocês. Ajudem essa obra. Deus vai lhes dar muito para ajudar”, disse ele.
O pastor lembrou do ataque sofrido no último domingo e ao chamar um fiel ao altar brincou com a situação vivida. “Eu não vou nem revistar você. Mas não aperta que eu estou todo costurado”, disse, arrancando risos dos presentes.
Depois do abraço, ele prosseguiu. “Quanto é que vale isso? Isso aí vale uma ‘facãozada’, duas, três, mil. Vale o sangue. Vale a dor. Eu confesso a você que eu vim contra a vontade do médico, da bispa. Eu não posso ficar muito tempo de pé, porque o meu lado esquerdo ainda está um pouco prejudicado. No dia perdi um pouco do movimento, mas já voltou tudo. Quando meus braços se moverem eu vou abraçar. O médico deve estar lá mandando vir camisa de força, tropa de choque me resgatar…”, disse.
Ele afirmou que o homem que tentou matá-lo será curado do ódio. “Se eu me prostrasse ante as dificuldades, eu estaria morto há muito tempo. Você não sabe nem 1% das coisas que eu passo na vida”.
