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Caso Reyneri: Réus vão à júri popular nesta quinta-feira (15)

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1Os acusados do assassinato do agropecuarista e advogado Reyneri Pimentel Canales Ybarra, vão sentar no banco dos réus no dia 15 de dezembro. O  júri acontece no Fórum do Barro Duro em Maceió.

Os acusados são o ex-vereador de Palmeira, Arnaldo Cavalcante Lima, de 49 anos, conhecido como “Arnaldo do Detran”, acusado de ser o mandante do homicídio; Eli de Almeida Oliveira, de 53 anos e Paulo Araújo, mais conhecido como Paulo ‘Bala’, além do cabo da PM, Rogério Ferreira dos Santos, de 43, também acusado de envolvimento no crime.

Segundo investigações e depoimento de testemunhas, Arnaldo e Reyneri se desentenderam em 2011. O mesmo teria agredido o ex-vereador com um murro, razão pela qual o acusado planejou a morte do agropecuarista.

Reyneri Canales foi executado com mais de vinte tiros, no dia 17 de agosto de 2012, dentro de sua propriedade, a Fazenda Acapulco, no Povoado Santo Antônio, em Palmeira dos Índios, por dois homens encapuzados.

Prisões

Desde 2012, os acusados estão presos. Eli de Almeida Oliveira e Paulo Araújo, mais conhecido como Paulo ‘Bala’, que teria uma rixa com a vítima, além do cabo da PM, Rogério Ferreira dos Santos foram presos em novembro de 2012.

Já o ex-vereador, Arnaldo Cavalcante,  foi preso no dia 28 de dezembro de 2012, em um parque de vaquejada da cidade, por policiais da Delegacia Regional de Palmeira, a (5ª DRP).

Em 2015, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou habeas corpus a Arnaldo. A defesa do ex-vereador chegou a alegar que a prisão preventiva não estava devidamente fundamentada e havia excesso de prazo.

A defesa do  ex-vereador alegou que a decisão do STJ foi equivocada ao usar como fundamento que a discussão entre os dois ocorreu dias antes do crime. Apontou ainda que a namorada e o irmão da vítima não citaram Lima como suspeito do homicídio e que a prisão do ex-vereador foi baseada apenas no depoimento de uma pessoa acusada de outros assassinatos.

Repercussão

A insistência da família da vítima em busca de solucionar o crime de mando, ganhou repercussão por conta da mãe da vítima, a médica Helenilda Veloso, que desde então vem travando uma batalha e fazendo peregrinação nas redes sociais cobrando justiça.

Em sua página do facebook, Helenilda Veloso, convida os amigos e familiares para participar do julgamento.

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