
De acordo com o processo, Cícero Almeida forjou uma emergência quando era prefeito para desfazer um contrato com a empresa de limpeza pública e contratou outra sem licitação. Almeida afirmou que a contratação emergencial foi “um gesto de coragem”” porque “a cidade estava imunda” e a empresa anterior não cumpria a obrigações.
Cícero Almeida disse ainda à Folha de S. Paulo, que desfez o contrato com a empresa de limpeza pública porque encontrou “”um cáos” ao assumir Maceió em 2004. Essa transação ficou conhecida na imprensa de Alagoas como a Máfia do Lixo”. “Agi com rapidez e coragem pública para emergencialmente contratar a empresa que até hoje faz a limpezas de Maceió. Certamente feri interesses e por isso existem as demandas jurídicas em cima de mim”, diz
