O jeito como a Prefeitura de Palmeira dos Índios dirige a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), as pelejas de seus dirigentes, e servidores em geral, faz entender à população que a aquisição de grana por meio de multas é muito mais admirável que a arrumação do trânsito, a instrução aos motoristas, e com isto o diminuição dos acidentes.
Os guardinhas de trânsito da SMTT de Palmeira dos Índios entendem tudo de modo desvirtuado. Mal encarados e deseducados, acercam-se aos condutores de veículos sem qualquer saudação, como requer a prática da boa educação. Dificilmente se vê um agente de trânsito orientando, educando, ou repreendendo de maneira cortês, algum deslize. De bloquinho e caneta na mão, não importa. Multa!
Contudo, os guardinhas trapalhões aprontam das suas como se fossem autoridades imponíveis, e promovem em toda a cidade uma demonstração de baderna ou de má conduta no trânsito, como se valesse a máxima; “Faça o que eu mando, e não faça o que faço”. A foto abaixo mostra o registro de uma baderna, cujo fato ocorreu na conhecida Praça do Açude.

Por pretexto dessa cultura desvirtuada da SMTT de preocupar-se exclusivamente com as multas, seus agentes desconhecem que o trânsito não é fenômeno produzido apenas por automóveis. Mas também de pessoas pedestres e animais. Além de multar, quando de transgressão grave, os agentes devem também acudir aos velhinhos, grávidas, crianças, e as pessoas de um modo geral, a atravessarem a rua com total segurança.
Que tal essa lição?
