
Ainda durante a entrevista, Flávio Targino destacou, em tom enfático, que fala simples, mas fala a linguagem do povo e que não precisa falar bonito. Declarou ter certeza de que o povo está mudando de opinião e de postura e que “esse negócio de andar pela feira ou pisando na lama para que um monte de câmeras registre, não funciona mais. As pessoas estão mais espertas e cansadas de fingimento”. E adiantou ainda que não se fabricam mais políticos. Foi ainda mais contundente quando afirmou que não tem, nem faz questão de ter apoio de empresários para não se comprometer e até chegar a empenhar e depois se ver obrigado a fatiar a prefeitura que, segundo ele, é o que a grande maioria faz.
“O dinheiro pode acabar com o sonho e o poder de justiça de uma sociedade. Tenho um grupo fiel a mim. Cheguei a ser até excluído das discussões políticas. Minha pré-candidatura é para valer. Jamais venderei minha dignidade. O povão acredita na minha pré-candidatura. Fofocas de que não terei fôlego para chegar até o fim das eleições, partem desses grupos viciados em poder, que acham que política só se ganha com dinheiro. Vai ter mudança em Palmeira. E vai ser pé no chão”, registrou, em tom de desabafo, ao fim da entrevista, Flávio Targino, que tem o seu nome para prefeito de Palmeira apoiado, além de seu partido, pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC), Partido Republicano Progressista (PRP) e possivelmente o Partido Ecológico Nacional (PEN), com o qual as conversações já estão adiantadas.
