
“Isso não existe e não existirá, porque o Senado praticará sempre a separação dos Poderes. Nós não sabemos nem o conteúdo das delações, imagina fazer acordo. Quem está dizendo isso é porque quer mais uma vez deturpar, embaçar as coisas”, afirmou Renan.
A articulação de um “acordão” no Senado foi revelada pelo jornal “O Estado de São Paulo”, nesta quinta-feira (9).
Questionado sobre as investigações e o pedido de prisão pela Procuradoria-Geral da República contra ele, o peemedebista disse não querer falar sobre o assunto e voltou a dizer que “é prudente aguardar a decisão do Supremo Tribunal Federal”.
“Eu, mais do que qualquer um, tenho interesse nos esclarecimentos dos fatos. Eu já fiz, da minha parte, o que era preciso fazer. Compareci, fiz depoimento, entreguei todos os meus sigilos e estou à disposição para continuar colaborando”, declarou o senador em seguida, pouco antes de receber em audiência o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), ministro Aroldo Cedraz.
Ao se despedir dos jornalistas, recusando-se a responder pergunta sobre o sigilo do processo no STF, o senador afirmou que voltaria a dar entrevista após a reunião. Segundo sua agenda oficial, Renan vai participar de sessão do Senado às 16h desta quinta.
UOL
