
“Eles salvaram a minha vida. Posso dizer que fiquei com um coração novo”, disse ele. Jô contou que o problema cardíaco começou com um sopro no coração, que depois se transformou em uma estenose. “Eu perguntei se não fizesse logo o que poderia acontecer e ele respondeu: ‘morte súbita’”, falou.
Jô disse que pretendia fazer a intervenção apenas no próximo ano, mas decidiu adiantar depois de ser aconselhado pelos médicos. De acordo com os especialistas, o principal sintome da estenose é o cansaço causado pela dificuldade do sangue chegar ao sistema. “A pessoa pode ter falta de ar, tosse seca e começar a ter concomitantemente tontura, dor no peito e até desmaios”, explicou o Dr. Flávio.
Segundo Pedro Lemos, a intervenção foi feita da forma menos invasiva possível. “A gente faz tudo com raios-X, não mexemos no coração, é tudo como se fosse por controle remoto”, explicou.
Jô disse que já sente o efeito da intervenção. “Fiquei no hospital só quatro dias por excesso de segurança e ainda me sapecaram um marca-passo por precaução”, disse. “Eu continuo fazendo bicicleta, remo e, finalmente, voltei a andar na esteira, porque antes eu ficava dois minutos e parava”, contou.
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