
Em uma publicação no Twitter, Obama disse que, apesar de os EUA ainda terem diferenças com Cuba, os países já fizeram progresso significativo ao normalizar os laços.
A viagem, no último ano da Presidência, será histórica e marcará uma guinada nas relações dos EUA com o ex-inimigo da Guerra Fria. A parada em Cuba será parte de uma viagem mais ampla pela América Latina.
A visita de Obama a Havana irá coroar o que autoridades dos EUA veem como um dos legados de sua política externa: a normalização do relacionamento com Cuba e a adoção de medidas para expandir as relações comerciais após um congelamento de 54 anos.
Obama e o presidente cubano, Raúl Castro, surpreenderam o mundo em dezembro de 2014 ao anunciarem que os ex-adversários iriam começar a normalizar as relações.
A maioria republicana do Congresso norte-americano desafiou o pedido de Obama para anular o embargo de cinco décadas, por isso o mandatário recorreu a decretos executivos para relaxar as restrições de comércio e viagem.
Os pré-candidatos presidenciais republicanos Marco Rubio e Ted Cruz, ambos filhos de imigrantes cubanos, vêm criticando duramente a abertura de Obama para Cuba sem a contrapartida de uma mudança política na ilha comunista.
Uma visita de Obama a Havana no final de março coincidiria com a finalização do acordo de paz entre a Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que foi encorajado e patrocinado por Raúl Castro.
Fonte: Reuters
