
Não existe até agora registro de qualquer caso de microcefalia ligado ao zika na Colômbia, segundo Santos. Há 25.645 pessoas infectadas com a doença na Colômbia, entre as quais 3.177 mulheres grávidas, afirmou Santos durante uma transmissão de TV com autoridades de saúde.
Muito ainda permanece desconhecido sobre o vírus da zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. Quatro de cada cinco pessoas que têm a infecção sequer exibem os sintomas -dores no corpo, febre amena e erupções cutâneas-, mas o Ministério da Saúde brasileiro confirmou no ano passado a relação entre a zika e o surto de microcefalia na Região Nordeste do país.
No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é para que a população, principalmente mulheres grávidas e em idade fértil, tomem medidas simples que possam evitar o contato com o Aedes aegypti, como utilizar repelentes, proteger-se da exposição de mosquitos, manter portas e janelas fechadas ou teladas e usar calça e camisa de manga comprida.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de emergência internacional pelo vírus da Zika em 1º de fevereiro, citando forte suspeita de relação entre o vírus em grávidas com a microcefalia.
G1
