
Mota havia prometido seguidas vezes, durante sua campanha à prefeitura, que fortaleceria o combate ao crime organizado e ao narcotráfico, muito presente na região. Portanto, a principal suspeita da polícia é de que o assassinato tenha sido cometido por traficantes.
Ainda ontem, agentes policiais realizaram uma operação que culminou com dois mortos e três presos, com os quais foram encontradas uma pistola 9 mm e duas submetralhadoras Uzi. Suas identidades seguem sem ser divulgadas.
O governador do estado de Morelos (onde se situa Temixco), Graco Ramírez, afirmou que o crime não passará impune: “Este é um desafio do crime organizado contra as instituições do Estado mexicano. Não podemos voltar à guerra de antes”.
