
Um gestor que se diz responsável, talvez respondesse por seus atos, antes de “falar pelos cotovelos’
Já vimos coisas maiores e piores acontecerem em Palmeira dos Índios, e muitos, passivamente, aplaudirem sem nem saber o porquê tocavam as mãos, umas nas outras, aplaudindo. “Ô povo besta”.
Muitas e outras coisas mais fortes fizeram com que a população tentasse compreender o que se passa há muitos anos em Palmeira, enquanto o povo imagina que está tudo em paz. E que paz é essa? Enquanto poucos ganham muito e muitos ganham muito mal? Totalmente desigual e sem moldura. Continuará sempre um Brasil, uma Alagoas e uma Palmeira dos Índios fora de estrutura.
Sempre coisas pela metade. Com o péssimo jeito de serem cínicos e dissimulados, os políticos palmeirenses, vez por outra, continuam acrescentando em suas carreiras quase tudo do que não presta.
Quase tudo mesmo: quase CSE, quase IML, quase Polo Multissetorial, quase pavimentação, quase asfalto, quase água diariamente, quase ruas iluminadas, quase festas – São João, Carnaval e outras – quase minisshopping; são muitos “quases”. E esse povo, hein?! Vamos viver de tantos “quases” até quando?
E ainda criticam a mídia valorizada por cobrar. E se não fosse essa força para mostrar o que não se mostra como decência o Poder Público?
Palmeira dos Índios, mostra a tua cara, parafraseando Cazuza: “…quero ver quem paga pra gente ficar assim”, sabemos sim quem paga. Somos nós, povo sem orgulho próprio.
Vivemos e convivemos na “terra do quase”. Aqui nada acontece de forma efetiva. Que bom que o nosso povo fosse menos passivo e “dorminhoco”.
