Um prefeito do agreste de Alagoas, que apoiou um conselheiro tutelar a reeleição, mostrou de fato sua rejeição no município que administra.
É que o candidato que vem a ser irmão de um vereador inexpressivo e nada faz de proveitoso para à população, além de seus próprios interesses, mostrou também que aliado a rejeição do tal prefeito, também é ruim de urna, pois com as pressões que o parlamentar e correligionários vinham dando dentro daquela Casa de Leis e fora dela, mostrou que a aliança não foi nada boa e apesar de eleito foi uma catástrofe sua votação. Aliado a isto, denúncias chegaram ao portal de que o candidato com estrutura gigantesca, comprou votos na zona rural e urbana.
O resultado surpreendeu, pois o mesmo estava cotado para ser o mais votado, visto que na eleição passada conseguiu a primeira colocação, nesta ficou em quarto lugar dentre os cinco eleitos.
A eleição para o Conselho Tutelar serviu de parâmetro para o pleito 2016 e mostra que o eleitor apesar de não tão consciente, votou de fato em suas escolhas.
Mesmo diante dos interesses pessoais de alguns políticos, o resultado dessa eleição deixou claro que a vontade popular falou mais alto.
Isto prova também que o apelido do tal chefe do Executivo, não foi em vão, que é chamado na seara da política alagoana, Maceió, como o prefeito 10%, devido a uma pesquisa que mostra quase 90% de sua rejeição.
“Enfim, o circo pegou fogo e o palhaço deu sinal”.
