
Segundo Ricardo Brajterman, advogado que representa o casal, os agentes estão trabalhando baseados no relato das vítimas, que alegam que os celulares em que as imagens estavam passaram recentemente por lojas de manutenção.”Os suspeitos vão ser chamados e, depois, o Stênio e a Marilene vão prestar depoimento quando forem convocados.
Relatamos todos os lugares por onde os celulares passaram, locais onde os equipamentos ficaram longe do alcance deles”, explicou ao “Ego”.Ainda de acordo com o representante, também existe a possibilidade de surgirem mais dois processos ao final das investigações: um na esfera criminal e outro na esfera cível. “Na área criminal, os culpados possivelmente receberão uma penalidade do juiz pelo crime cometido.
Na área cível, entrarei depois com uma ação por danos morais e patrimonais”, detalhou.
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