
De acordo com o jornal Washington Post, os médicos achavam que a mãe teria tido um derrame mas um exame provou que a Karla Perez, de 22 anos, tinha uma hemorragia intracraniana, ela foi declarada morta logo depois. “Com 22 semanas, o bebê não pode sobreviver fora do útero, então se a gente decidisse dar uma chance de sobrevivência ao bebê Angel, teríamos que prolongar a gravidez pelo máximo de tempo possível. A família nos pediu para prolongar a vida de Karla, para o bem de Angel”, disse durante uma coletiva de imprensa o médico Todd Lovgren.
Cerca de 100 funcionários mantiveram por mais de sete semanas o corpo da jovem trabalhando para dar força ao desenvolvimento do bebê.
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