
As mulheres que participarão da iniciativa são esposas dos próprios produtores da associação, que está inserida no Arranjo Produtivo Local (APL) Mandioca no Agreste. Cada uma delas ganhará, em média, R$ 7,5 mil para um ano de atividades do programa. Os produtos serão levados para o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Lagoa da Canoa e distribuídos para os locais onde devem ser consumidos.
De acordo com a gestora do APL Mandioca no Agreste, Jeane Vilarins, é a primeira vez que a associação consegue entrar no PAA, uma conquista ímpar para o grupo. “Com o valor adquirido na comercialização, haverá uma melhor estruturação das atividades, além de ser injetado dinheiro na economia local, movimentando o comércio”, explica.
O Arranjo Produtivo Local Mandioca no Agreste faz parte do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) em parceria com o Sebrae.
Agência Alagoas
