
Dunga tem muitos méritos ao reerguer a seleção brasileira. O treinador não jogou a base da Copa do Mundo fora, mas deu oportunidade para novos talentos. Roberto Firmino, por exemplo, incrivelmente apareceu para o futebol depois de um golaço na vitória por 4 a 0 sobre a Áustria, em Viena.
Oscar teve novamente a confiança para armar as jogadas de meio de campo e conduziu a goleada do Brasil por 4 a 0 sobre a Turquia, em Istambul.
Quando precisou, Dunga recorreu a velhos conhecidos da seleção brasileira para dar mais experiência a um time que ainda buscava uma identidade. Kaká e Robinho foram chamados para os 4 a 0 sobre o Japão, em outubro, em Cingapura.
A seleção brasileira também passou pela prova de fogo contra a atual vice-campeã mundial e sempre rival Argentina. Com dois gols de Diego Tardelli, o time canarinho conquistou o Superclássico das Américas, no Estádio Ninho de Pássaro, em Pequim, na China. Como se não bastasse, o goleiro Jefferson ainda pegou um pênalti de Lionel Messi.
Os dois primeiros jogos da até aqui vitoriosa caminhada da seleção brasileira foram um tanto complicados. Logo no segundo compromisso, Willian marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Equador, no Met Life, em New Jersey, nos Estados Unidos.
Na reestreia de Dunga no comando da seleção brasileira, Neymar decidiu a partida já nos minutos finais. O camisa 10 marcou um belo gol de falta e decretou a vitória por 1 a 0 sobre a Colômbia, em setembro de 2014, no Sun Life, em Miami.
R7
