
Relatos oficiais afirmam que o acusado era diarista no táxi de Anderson e teria sido colocado sob suspeita logo após o assassinato. “O autor foi visto com a vítima antes da execução e disse que estava com ela no momento da execução, narrando inclusive que dois homens participaram da ação criminosa. Tornou –se estranho não acionar a polícia e continuar a trabalhar normalmente com o carro do Anderson. Em seguida, em novos depoimentos, entrou em contradição o que não deixou dúvidas sobre sua participação no evento criminoso”, revela a delegada.
Ainda há a informação de que todas as mensagens trocadas entre vítima e acusado, via Whatsapp, teriam sido apagadas. A polícia descartou a linha de investigação de crime de latrocínio “porque no local, ao lado do corpo da vítima estava uma aliança de ouro e a quantia de setecentos reais”, concluiu Fabyane Bitencourt.
Para o secretário da Defesa Social e Ressocialização (Sedres) , Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, o desfecho é mais um ponto positivo para as forças da segurança pública “que não têm medido esforços para identificar e prender homicidas, traficantes e quaisquer outros tipos de criminosos que precisam ser retirados do meio da sociedade e pagar pelos seus atos”.
Fonte: Dulce Melo/Sedres
