
De acordo com o jornal, de um total de 106 assinaturas apresentadas, apenas 11 foram validadas pelo cartório. Uma das listas tem o nome de Regiane de Oliveira Ribeiro, morta em setembro de 2014. Outra leva o nome de Daniela Guarnieri, que, procurada, garantiu nunca ter assinado o documento. “Não assinei ficha para esse, nem para partido nenhum. Meu nome está certo, o da minha mãe também, mas essa não é a minha assinatura”, disse ela.
A criação de um partido só pode ser efetuada com a entrega à Justiça Eleitoral de pelo menos 500 mil assinaturas, com autenticidade certificada em cartório, de eleitores que apoiam a fundação.
Resposta
José Rubens Domingues Filho afirmou à Folha que o PL “não tem estrutura” para verificar todas as assinaturas e que submete os nomes à Justiça por causa disso. “Temos em média um índice de rejeição nos cartórios de cerca de 40%. Significa que eles estão fazendo um bom trabalho”, declarou.
