
Os suspeitos dos disparos, um policial militar e o irmão dele, foram detidos pela polícia local.
Na manhã da última segunda-feira, Ricardinho e o avô, Nicolau dos Santos, faziam uma obra em casa, na Guarda do Embaú. O carro do PM Luiz Brentano, que é de Joinville e estava de folga, teria parado em cima de um cano em frente à casa do surfista. O avô pediu para que os dois homens retirassem o carro do local para que o reparo no cano pudesse continuar sendo feito. O policial teria se negado, e Ricardinho foi tirar satisfações, levando três tiros no tórax e abdômen.
O surfista foi levado ao hospital pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros e deu entrada consciente. Ele sofreu com as hemorragias, passou por quatro cirurgias, ficou na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas não conseguiu reagir ao tratamento.
O quarto procedimento cirúrgico de Ricardinho foi encerrado no final da manhã desta terça. O corpo médico conseguiu conter nova hemorragia, que havia surgido de manhã, e o surfista foi encaminhado novamente para a UTI. No entanto, mais uma vez, ele voltou a sofrer com as hemorragias e sofreu uma parada cardíaca. A mãe Luciene dos Santos, e a namorada, Karoline Esser, foram chamadas para o interior do hospital e voltaram chorando muito.
Globo Esporte
